Vinicius de Moraes
Oi!
Primeiro Ferreira Gullar e agora Vinicius de Moraes. Vocês devem estar achando que agora só irei reproduzir e mergulhar em poesias que gosto, né?
Como o nome do blog é "Qualquer Coisa", a intenção é falar sobre tudo que admiro, que me alegra, entristece, incomoda e fatos do dia-a-dia.
Hoje escolhi para postar uma poesia de Vinicius de Moraes, um ícone da poesia brasileira, um ser que transborda, expelindo com muita doçura os amargos do cotidiano, as alegrias e as tristezas de "ser", alguém com um vocabulário gostoso de debulhar.
Segue o poema:
Procura-se um amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Maninha = Camila Anastácia
Anjinha = Angela Leonardi

Jaque = Jaqueline Cardoso

Antônia Castro = Mamis e "Zeizeis" = cunhado
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Léia Vieira e sua filhota, Ana Carolina

Lu = Luana Magalhães e Cesinha

Pureza = Tânia Figueiredo
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Bia = Bianca Marins e seu filhote Davi


Meu Jp = João Paulo

Luluzinha = Luana schwabel
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Lindas são as pessoas que reconheço como amigos, cada qual com sua identidade, originalidade mas sem perder a maior identidade, a de AMIGO.
Primeiro Ferreira Gullar e agora Vinicius de Moraes. Vocês devem estar achando que agora só irei reproduzir e mergulhar em poesias que gosto, né?
Como o nome do blog é "Qualquer Coisa", a intenção é falar sobre tudo que admiro, que me alegra, entristece, incomoda e fatos do dia-a-dia.
Hoje escolhi para postar uma poesia de Vinicius de Moraes, um ícone da poesia brasileira, um ser que transborda, expelindo com muita doçura os amargos do cotidiano, as alegrias e as tristezas de "ser", alguém com um vocabulário gostoso de debulhar.
Segue o poema:
Procura-se um amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Maninha = Camila Anastácia
Anjinha = Angela Leonardi

Jaque = Jaqueline Cardoso
Antônia Castro = Mamis e "Zeizeis" = cunhado
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Léia Vieira e sua filhota, Ana Carolina

Lu = Luana Magalhães e Cesinha
Pureza = Tânia Figueiredo
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Bia = Bianca Marins e seu filhote Davi
Meu Jp = João Paulo

Luluzinha = Luana schwabel
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Lindas são as pessoas que reconheço como amigos, cada qual com sua identidade, originalidade mas sem perder a maior identidade, a de AMIGO.
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