Postagens

Mostrando postagens de julho, 2010

Queria lembrar...

Imagem
Não faz muito tempo. Por volta de 31 anos atrás mais ou menos, um espermatozóide bem parrudo fecundou um óvulo bem lindão. Não preciso nem dizer quem foi gerado através desse encontro, né? (risos). Não sei bem ao certo o que rolou. Como não conheço meu pai biológico, não sei na íntegra o quanto os dois se curtiam no momento. Sei o que minha mãe diz. Era apaixonada, caída pelo meu pai. E, acredito que a recíproca não era fiel, pois do contrário eu o conheceria. Bom, a ideia não é falar efetivamente do rolo deles, quero falar sobre minha concepção, não do ato, porque não sou médica e todos ficariam muito entediados com a conversa. Quero falar sobre o que eu não lembro e queria lembrar. Gostaria muito de saber como me sentia dentro da barriga da mamãe. Devia ser uma delícia mergulhar naquele líquido anminiótico, naquela bolsa mexendo pra lá e pra cá. Pena que hoje não sei nadar. Devia ser lei. Todo adulto deveria ser obrigado a saber nadar, já que nadou nove meses na barriga da mamãe. Bri...

Lei de Murphy

Imagem
Definição: É um provérbio popular da cultura ocidental que afirma: "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará" ou "Se há mais de uma maneira de executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou consequências indesejáveis, certamente essa será a maneira escolhida por alguém para executá-la". Ela é comumente citada (ou abreviada) por "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível". Fonte: Wikipédia Bom, na útima terça-feira, dia 20 de julho, eu estava de folga. Como de costume cuidei do meu lar e mudei algumas coisas de lugar. Porém, não sabia que as minhas ações de mudança influenciariam tanto os acontecimentos das próximas horas. Fiz uma mudança em especial que JP não gostou nada, nada. Coloquei o Xbox dele deitado no rack num lugar onde tinha pouca ventilação. Ao cair da noite, JP chegou em casa, me beijou, conversamos um ...

Socializando...

Imagem
Recebi este e-mail da minha irmã hoje e quero socializá-lo com vocês: A Fábula do Porco-espinho. Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram. Moral da História O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades. Considerações pe...

Acumule, MAS socialize!

Imagem
Acumule bons modos Acumule bons amigos Acumule bons dons Acumule bons talentos Acumule saber Saiba usar seus bons modos socializando-os Saiba preservar seus bons amigos amando-os e regando o pé da amizade Saiba preservar e utilizar para o bem os dons ofertados pelo universo Saiba utilizar o seu talento para o seu próprio bem e para ser reflexo de coisas boas para o mundo Saiba usar seu saber, seu intelecto para fazer o bem e comungar com alguém que não saiba ou saiba menos que você Acumule, mas socialize Acúmulo por acúmulo não presta Acúmulo por acúmulo não tem valor O saber é meio paradoxal Ninguém sabe tudo de tudo, mas juntos formamos uma grande rede de saber Sei aquilo que me convém e busco saber mais, e com isso sei mais do que gosto e me interessa e sei menos daquilo que não procuro saber e não me interesso. Todo saber é rico e socializável... SOCIALIZAR para DEMOCRATIZAR SOCIALIZAR para gerar e não ESTAGNAR Ser voz para dar vozes ao mundo!

Há de se ter muito humor para encarar a realidade

"Ô mô deusu"! Haja vícios (novelas, filmes, bebida, cigarro, compras...) para nos "livrar" da realidade tão sub humana em que vivemos. Há de se morar Há de se comer Há de se beber Há de se ler Há de se vestir Há de se sair para jogar conversa fora Há de se transportar Há de se viajar Há de se usufruir de coisas caras, boas e gostosas Há de se ter subsídios para viver e não sobreviver, como a grande maioria do povo. O salário é pouco, ínfimo; as condições de trabalho são mais ou menos -quando não é só menos...rs-, o incentivo à cultura é pouco. Mas há uma coisa que se tem sempre em abundância nesse povo tão querido e amado, o humor! Brincam se não há dente Brincam se não há comida no prato Brincam tomando banho nas inundações Brincam com o jeito simples de falar Brincam com as fugas da realidade Há de se ter muito humor para superar e vencer tanto dissabor em ser sub humano. Democracia? Nem na hora de pagar impostos...rs

Perdas necessárias

Imagem
Olá querido blog! Tendo como base o livro, Perdas Necessárias, da autora norte-americana Judith Viorst, quero falar um pouquinho sobre esse assunto tão pertinente. Perdas essas que em alguns momentos nos faz resignar e em outros nos faz questionar, "dramar" e até exigir o que nos é "tirado" (perdido) ao longo da vida. Longe de mim querer discorrer de forma analítica e profunda sobre o livro. As próximas ideias e palavras que escreverei será algo muito particular, das minhas vivências, leituras e quem sabe muito democrática até no ponto de vista de comungarmos das perdas globais, inevitáveis. Como morte, perda de amor, cargo e etc. É bem paradoxial o título utilizado no livro, Perdas Necessárias. Como pode algo que me é negado, tirado, ser necessário? Necessitamos perder para ser, realizar, racionalizar, amadurecer e dar seguimento a uma vida em que é errando que se aprende, ou por que não dizer que é perdendo que se cresce e nos tornamos mais independentes? Judith n...

E agora José?

Imagem
Diante da virada da Holanda o Brasil não soube o que fazer. Não tínhamos nos preparado para perder. É muito doloroso ter que abandonar uma Copa do Mundo nas quartas de final, sabendo que você é PENTA CAMPEÃO e mais uma vez favorito ao título, HEXACAMPEÃO! O brasileiro é um povo que não se entristece ou se abate por muita coisa. Somos muito fortes, e, esta força vem também por saber que em 2014 seremos ANFITRIÕES da Copa do Mundo. É uma resignação de quem sabe que errou, tentou, errou, tentou e não conseguiu, mas sabe que não estamos sós. São mais de 190 milhões de corações resignados, tristes, mas com sede de vitórias no decorrer da preparação para a Copa de 2014. Dor, raiva, perda, descontrole, decepção; estes são só alguns dos sentimentos (sensações) que nos abatem, porém não por muito tempo. somos fortes, brasileiros. Como diz o presidente Lula: "Sou brasileiro e não desisto nunca"! Parabéns aos nossos atletas que contribuiram de forma positiva e nosso pezar ao descontrole...

Julho de decisões!!!

Imagem
Hoje é o primeiro dia do mês de julho. Quero mergulhar nas vendas e dar o melhor ao meu ambiente de trabalho e aos meus clientes. Este mês, o Joinville Garten completa 3 meses de existência. É um mês meio que decisivo para nós vendedores sentirmos "a que pé" andará as nossas vendas. Espero que dê tudo certo. Afinal de contas, os investimentos não foram poucos. Fé e muito trabalho! Rumo a um mês promissor!!!! "Money no bolso É tudo que eu quero Money no bolso Saúde e sucesso..." Beth Lamas