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Mostrando postagens de julho, 2012

Você conhece a Ilha do Governador?

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Hoje por motivos profissionais, fiz a minha primeira visita, de muitas, é claro! Ao simpático bairro Ilha do Governador. Por volta das 7h30min da manhã saí de casa, peguei o 521 da Viação Fagundes (Alcântara x Castelo) e aproximadamente às 9h cheguei à Cidade Nova, local onde pegaria o segundo ônibus para chegar ao meu destino. Atravessei a passarela e desci na terceira pista, onde após certificar-me com algumas pessoas que estavam no ponto qual seria a condução mais rápida para chegar lá. De longe avistei o busão 324 da viação Ideal (Castelo x Ribeira)- via Linha Vermelha - um dos mais indicados -. Dei sinal, ele parou e perguntei ao motorista se ele passava na Casa Show, ponto de referência para o meu destino. Sim, disse ele, com um leve sorriso de satisfação por poder me ajudar. Confesso que hoje fiquei muito feliz por ter encontrado profissionais tão bacanas e solícitos, quanto os motoristas de hoje. No último ônibus pedi ao motorista que me apresentasse a região, daí ele foi...

The Love School - Escola do Amor

Esporadicamente aos sábados pela manhã, ligo a tv na Record e fico vidrada com as reportagens do Programa The Love School - Escola do Amor. Não é de hoje que a Instituição Família vem sendo denegrida, banalizada e rotulada como ultrapassada. Mas, nesse programa em especial nos vemos dentro dos quadros com as discussões, as partilhas, com todas as adversidades dos prazeres e desprazeres de estar unido à alguém de forma voluntária. Ter uma pessoa do lado que pode-se contar, cuidar, beijar, abraçar admirar é muito gostoso, mas a indústria do descarte, da felicidade instantânea a qualquer custo, do prazer imediatista vem destruindo os relacionamentos (namoros, noivados, casamentos, rolos, enrosco...). Estar com alguém demanda sacrifícios, renúncias, novas escolhas, mudanças de planos. E, nem sempre uma das partes pensa em ceder, em se colocar no lugar do outro. Manter a sanidade de qualquer coisa na vida, não é uma tarefa fácil. Há de pelejar para que a saúde ande bem, o trabalho an...

A geração superficial

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Na busca de um assunto para discorrer,coloquei no Google a palavra superficial. Vocês devem estar se perguntando por que superficial, não é? Bom, hoje quando entro nas redes sociais, em especial no facebook, vejo o quanto estamos nos tornando ainda mais superficiais. As relações estão se esgotando. Vou pluralizar, me inserir, pois faço parte dessa triste construção de sociedade moderna, banalizadora de valores, globalizada. Dando continuidade, vamos lá! Entro no facebook e me sinto esvaziada, conhecidos, amigos, colegas, família querendo ostentar, mostrar o quem têm, o que não têm e expor ideais, frases feitas. As relações de verdade - mesmo que é bom - nada. Lembro-me que quando eu tinha o extinto, finado Orkut, eu me cansava de cancelar a conta por achar que ele não tinha mais serventia. Além de amealhar comunidades, que na maioria das vezes gostava superficialmente, coisas que nem entendia, nem vivia, nem conversava. Daí, depois de muita resistência, aderi, aos poucos ao...