The Love School - Escola do Amor
Esporadicamente aos sábados pela manhã, ligo a tv na Record e fico vidrada com as
reportagens do Programa The Love School - Escola do Amor.
Não é de hoje que a Instituição Família vem sendo denegrida, banalizada e rotulada
como ultrapassada. Mas, nesse programa em especial nos vemos dentro dos quadros
com as discussões, as partilhas, com todas as adversidades dos prazeres e
desprazeres de estar unido à alguém de forma voluntária.
Ter uma pessoa do lado que pode-se contar, cuidar, beijar, abraçar admirar é
muito gostoso, mas a indústria do descarte, da felicidade instantânea a qualquer
custo, do prazer imediatista vem destruindo os relacionamentos (namoros, noivados, casamentos, rolos, enrosco...).
Estar com alguém demanda sacrifícios, renúncias, novas escolhas, mudanças de planos.
E, nem sempre uma das partes pensa em ceder, em se colocar no lugar do outro.
Manter a sanidade de qualquer coisa na vida, não é uma tarefa fácil. Há de
pelejar para que a saúde ande bem, o trabalho ande bem, o pessoal ande bem e também
para ter um relacionamento amoroso.
Esse mundo moderno contempla a ascensão da mulher no mercado de trabalho, contempla filhos estudando fora do país, ou até mesmo morando em casas separadas - isso quando há filhos -, contempla várias atividades desenvolvidas por mulheres, que até então só
homens as realizavam.
Mulheres eram exclusivas cuidadoras de casa e maridos, embora, muitas sábias e
ardilosas, ainda assim submissas à sombra de seus lares e maridos.
Depois de anos, vemos mudanças drásticas positivas e negativas que têm influenciado
os relacionamentos.
O bom disso tudo é ver que o diálogo se faz mais presente e ninguém é obrigado a
estar com alguém que não deseja, mas é preciso honrar quem se tem do lado de dentro -coração - e do lado de fora.
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